quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Well...



Não é que haja uma razão específica para tudo, no entanto, este ano tem sido uma tarefa difícil para mim. As coisas estão diferentes e eu também. Quando penso em refazer tudo, em começar do zero, apenas pioro a situação impossibilitando-me cada vez mais de conseguir recomeçar. O pior é que isso afeta-me tão psicologicamente (digo as situações do dia-a-dia) que à medida que o tempo passa sinto que me vou afastando do verdadeiro eu. É, portanto, precisamente isto que me anda a deixar fora de série, mas pronto, parece que terei de encontrar uma maneira para continuar em frente e recomeçar de uma vez por todos.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

A1, B, B1



Quando alguém me pede para escolher entre mota e carro é difícil para mim. Tenho ambas as cartas, mas sempre adorei conduzir mota. A mota que tenho não é daquelas potentes com queria, mas é muito boa. Dá para acelerar - coisa que gosto -, dá para apanhar aquele ar fresco no meio de tanto calor, dá-me a liberdade que preciso. Contudo, o carro é mais confortável, muito mais e isso nota-se em tempos de chuva onde fico toda molhada ou então está um frio de rachar e eu de mota a congelar. Acho que ainda assim, prefiro a mota. Mas também prefiro o carro, e agora?!

sábado, 15 de novembro de 2014

Real Friends



Ontem o "meu" grupo (conhece-mo-nos todos o ano passado, no entanto, somos os melhores amigos) estivemos juntos a celebrar dois aniversários. Foi fantástico poder levar a cabeça para outro lado. Horas antes tinha eu cometido uma contra-ordenação grave ou até mesmo, muito grave com a minha mãe no caro porque...ela tira-me o único juízo que tenho, mas está tudo bem foi só um susto para eu poder pensar "afinal ainda sinto". Entretanto, voltando à noite com o grupo, estivemos pelo shopping e fomos ao cinema ver o "mau mau maria" que deu para rir, bastante (só cromos). Foi bom apanhar ares.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Estou cansada desta gente, deste mundo que todos os dias faz questão de me fazerem sentir péssima pessoa...



Desde este Domingo que a minha cabeça voltou a viajar para um outro mundo - mais um. Tive jogo e a derrota foi demasiado pesada para mim e isso afetou-me um bom bocado psicologicamente. 7-0 foi o resultado contra miúdas de 13/14/15 anos - penso -, mas também via-se pela altura e imaturidade que a cara delas apresentava. O que quero dizer é que ontem fui ao ginásio e fiquei uma hora inteira a falar com o personal trainer sobre tudo isto. Coitado, ele sabe que jogo e para além do mais, num clube como aquele, mas não sabia que me sentia tão frustrada. Admiti a ele "que sou mulher o suficiente para saber que errei e que comecei a caminhar dentro do campo a partir do 5 golo. Para mim estava a ser muito humilhante e se tivesse um buraco juro-te que me enfiava lá dentro!" ao que ele riu. "A sério, chateia-me que elas não percebam que todos os jogos temos de andar atrás da bola em vez de sermos nós a fazer com que as outras corram atrás de nós". Disse-lhe ainda que "imagina se eu me gaba-se a elas que há dois jogos consecutivos que os treinadores de cada equipa me vêm dar os parabéns pela jogadora que sou". Contudo, ele disse uma coisa no fim ao qual lhe dou razão e ainda hoje estive a refletir sobre isso porque estou farta - e agora é a nível geral - que gozem comigo e façam o que quiserem da minha pessoa. "Tens de manter a tua humildade. Esquece o que a bancada diz, o que pensam de ti. Marca golos e não festejes. Prova-lhes que consegues".

domingo, 9 de novembro de 2014

tenho noção de que não faz sentido nenhum



Podem pensar tudo o que quiserem a meu respeito sobre este post, mas juro por tudo que neste momento a única coisa que me pode salvar do mundo, é o amor. Não falo de amor familiar ou de amizade, falo de alguém que venha do nada, caído de para-quedas - nesta parte da queda estou a brincar -, mas desde que cruze o caminho com o meu rapidamente. Preciso muito, muito, mesmo muito que alguém me tire daqui, desta monotonia, deste...sei que é estranho ouvir da boca de alguém que a nossa "cura" é um rapaz. Podia dar-vos mil e uma razões por estar a dizer isto, mas é o que realmente sinto. 

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Ter 18 anos não é bem o que pensava ;p



Não me imagino a viver em Portugal. Sou uma rapariga com demasiados sonhos embora poucas tenham sido as conquistas. Tenho 18 anos e não faço nada da vida se não ficar em casa, ir correr ou ir 3 vezes por semana à escola só para ter matemática A. Já tentei arranjar trabalhar, no entanto, sem sucesso. Ontem numa conversa com a minha mãe disse-lhe que a vida é injusta. Olho ao meu redor e vejo uma sorte tremenda nas pessoas que muitas delas não merecem - também quem sou eu para dizer isso, néh? Eu, por exemplo, aqui há dias ocultei uma verdade sobre ter ido procurar trabalho a uma amiga (quando na verdade não fui) e que aconteceu? Minutos depois, estava eu muito calma a amarrar a mota na garagem quando ela me cai das mãos e estraga as mudanças. Horas antes de isto acontecer tinha eu ido ao mecânico arranjar as mudanças e o volante devido a um acidente que tive. É por estas e por outras que me sinto "traída" por aquilo que se chama de destino. Para não falar que ontem eu e a minha mãe acabámos por falar mais alto uma com a outra. Para ela não entrei na faculdade "porque não quiseste, estavas obcecada com o futebol, na 2ª fase já nem estudaste para quem queria tanto entrar, não vi uma pessoa esforçada, nada". Eu acho que nem os nossos próprios pais sabem o que vai dentro de nós. Estava agorinha mesmo a ver um programa que acompanho diariamente e até chorei. A verdade é que posso ter imensos "sonhos", tentar planear um futuro inteiro para a minha pessoa, mas eu sei que isso só vai acontecer no dia em que me sentir completa. Sempre fui apologista de que "as coisas vem com o tempo", "o tempo cura tudo", mas não. Somos nós...

sábado, 1 de novembro de 2014

Séries | Once Upon a Time...



Bem, devorei esta série em menos de um mês. Com o tempo livre que tenho e sem muita utilidade para oferecer ao bem da humanidade estou agorinha mesmo a chegar ao último episódio gravado da 4º temporada, isto é, a série ainda se encontra em exibição. São 4 temporadas que a meu ver fascinam. Penso que a primeira temporada é assim um bocado mais parada em relação às outras. Contudo, a série a meu ver, tem melhorias bastantes progressivas à medida que se inicia uma nova temporada. Posso dizer-vos que é uma série que retrata todos ou quase todos os contos de fadas que conhece-mos. Por exemplo, nesta 4ª temporada o tema é baseado no filme Frozen.
Acompanham a série? Se não, deixo-vos aqui um cheirinho daquilo que se está a retratar nesta 4º temporada:

"A primeira parte da quarta temporada continuará com Emma Swan, Branca de Neve, Príncipe Encantado, Rainha Má , Gancho e todos os outros personagens de contos de fadas, que se preparam para se defenderem de uma força mágica do passado que é muito sombria e imprevisível, até mesmo para Rumplestiltskin – a Rainha do Gelo. Os moradores de Storybrooke não sabem o que Elsa tem para eles. De volta ao passado, no reino de Arendelle, vamos descobrir o que aconteceu com ela, sua irmã Anna e Kristoff, e como e porque Elsa se ​​tornou uma prisioneira de Rumplestiltskin. E agora que Emma trouxe de volta a esposa de Robin Hood, Marian, e possivelmente provocou o fim do relacionamento de Regina com ele, a Rainha Má vai voltar para seus maus caminhos e fazer tudo em seu poder para se vingar? E os recém-casados ​​Belle e Rumplestiltskin continuam a estar profundamente apaixonados um pelo outro. Mas Rumple está escondendo um segredo de Belle - que, se descoberto, pode destruir a sua felicidade: ele continua a possuir a Adaga das Trevas. Emma e Hook se comprometem um com o outro, mas poderiam essas duas pessoas conseguirem se amar? Mary Margaret e David têm um novo bebê, o príncipe Neal, e estam ansiosos para criá-lo como um adulto orgulhoso, corajoso e amoroso. Henry está muito feliz por ter sua mãe de volta em Storybrooke. Mas com o sangue de Emma e do Senhor das Trevas correndo por suas veias, ele vai ser posto à prova com a luz e as trevas. Finalmente, Will Scarlet (Michael Socha, "Once Upon a Time in Wonderland"), um ex-membro dos Merry Men, viajou por muitas terras para chegar em Storybrooke, quando ele encontra-se entrelaçado nos acontecimentos na cidade quando seu passado misterioso empurra-o para um futuro desconhecido. À medida que a temporada continua, novos personagens de contos de fadas serão revelados e velhos conhecidos serão revisitados. Mas nem todo mundo pode ser confiável."