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sábado, 6 de setembro de 2014

Filme | If I Stay



A minha irmã andava desesperada para ir ao cinema só porque eu fui sair com os meus amigos esta semana ver o filme "armados em polícias" - que é mega cómico -, ela achou que também podia pedir à mãe e fazer o mesmo. Como sobrou dinheiro dos 10 euros que a minha mãe me deu, pude ir com elas e ver outro filme - há que ser poupada embora foi um privilegio enorme ir duas vezes ao cinema na mesma semana visto que não é nada frequente isto acontecer, mas pronto.
Em relação ao filme, na minha opinião não é cativante de todo, mas foi como disse há minha mãe que não gostou da maneira como o filme acabou e achou que aquilo não tinha sentido nenhum:

Eu: "Não cativa, mas gostei na mesma. Acho que o filme é feito para se identificar com determinadas personalidades."

Não sei se o que lhe disse é verdade, no entanto, foi o que senti. Inicialmente, senti-me perdida, mas à medida que as cenas vão avançando percebesse perfeitamente. O filme é tudo aquilo que um dia pretendo na minha vida embora ela já esteja mais do que "construída". A história de amor que ela tem com o Adam é o típico romance que eu gosto. A união que ela tem com a família é examatamente, como gosto. A determinação, a escola, a miúda "fechada", "misteriosa" e apaixonada pelo violoncelo, adorei porque novamente, me identifiquei. Devo dizer que me deu uma lição este filme, mais que o "Culpa é das Estrelas". Na verdade, desde que sai do cinema que uma frase que a Mia narrou, não me sai da cabeça. "It isn't weird when life is one thing and then becomes another? Like, here I am (...)". Em determinadas partes do filme deparava comigo a pensar na minha vida e associar tudo, não sei explicar. Enfim, é um ótimo filme e aconselho. Já quero ver outra vez, mas terei de esperar que sai no warez.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

A Culpa é das Estrelas | The Oblivion



Gostava de poder escrever algo decente, mas quando transmito os meus pensamentos, ideias ou emoções para a escrita, tudo parece sair ao contrário como uma volta de 360 graus que roda e roda e roda transformando todas as minhas opiniões sólidas em assuntos discutíveis do qual eu sairia a perder. Tal como Agustus Waters tenho medo do esquecimento afinal, quem não tem? A única diferença é não o temer pela fama, mas sim pela amizade. Receio ser esquecida pelos poucos amigos que tenho. Na verdade, as pessoas sempre afirmaram "C. é impossível estar contigo, tens sempre pessoas novas à tua volta" e todas as vezes em que argumentei, perdi. Comecei a perceber que as pessoas à minha volta são meros colegas cujos amigos porque ambas as palavras tem significados diferentes, não existem. É difícil encontrar alguém com quem nos identifiquemos. É difícil também valorizar tanto uma amizade, é preciso que alguém consiga roubar a nossa atenção, é preciso muito tempo para acreditar a cem por cento em alguém. Por estas mesmas razões e outras tantas que neste momento, não consigo lembrar, tenho medo da palavra "esquecimento". Acho que um dos meus maiores medos, é não ser suficiente para as poucas pessoas que restam na minha vida e quando isso acontece é porque a nossa personalidade não chega, certo? Por mais que sejamos persistentes para não ser esquecido, caso isso aconteça só temos de saber aceitar. É como a Hazel Grace afirma e eu concordo: "um dia todos seremos esquecidos (...) sugiro que te conformes". A realidade é essa. É inevitável o esquecimento e eu odeio isso.