Isto sou eu imensas vezes quando me apercebo que ando sempre a remar ao contrário na vida. Nada de bom quer acontecer, parece uma maré de azar constante. Obrigada... (ironia da minha parte)
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
sábado, 3 de janeiro de 2015
Adoro, adoro e adoro! Mas é a única raça que gosto :p
Se um dia chegar a comprar uma casa, quero ter um pequenino espaço para o meu cão. O cão da imagem será o meu futuro animal doméstico (espero). São tão fofinhos!
quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
2015!

FELIZ ANO NOVO pessoas! Entrem com o pé direito!
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
Well...

Não é que haja uma razão específica para tudo, no entanto, este ano tem sido uma tarefa difícil para mim. As coisas estão diferentes e eu também. Quando penso em refazer tudo, em começar do zero, apenas pioro a situação impossibilitando-me cada vez mais de conseguir recomeçar. O pior é que isso afeta-me tão psicologicamente (digo as situações do dia-a-dia) que à medida que o tempo passa sinto que me vou afastando do verdadeiro eu. É, portanto, precisamente isto que me anda a deixar fora de série, mas pronto, parece que terei de encontrar uma maneira para continuar em frente e recomeçar de uma vez por todos.
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
A1, B, B1

Quando alguém me pede para escolher entre mota e carro é difícil para mim. Tenho ambas as cartas, mas sempre adorei conduzir mota. A mota que tenho não é daquelas potentes com queria, mas é muito boa. Dá para acelerar - coisa que gosto -, dá para apanhar aquele ar fresco no meio de tanto calor, dá-me a liberdade que preciso. Contudo, o carro é mais confortável, muito mais e isso nota-se em tempos de chuva onde fico toda molhada ou então está um frio de rachar e eu de mota a congelar. Acho que ainda assim, prefiro a mota. Mas também prefiro o carro, e agora?!
sábado, 15 de novembro de 2014
Real Friends

Ontem o "meu" grupo (conhece-mo-nos todos o ano passado, no entanto, somos os melhores amigos) estivemos juntos a celebrar dois aniversários. Foi fantástico poder levar a cabeça para outro lado. Horas antes tinha eu cometido uma contra-ordenação grave ou até mesmo, muito grave com a minha mãe no caro porque...ela tira-me o único juízo que tenho, mas está tudo bem foi só um susto para eu poder pensar "afinal ainda sinto". Entretanto, voltando à noite com o grupo, estivemos pelo shopping e fomos ao cinema ver o "mau mau maria" que deu para rir, bastante (só cromos). Foi bom apanhar ares.
terça-feira, 11 de novembro de 2014
Estou cansada desta gente, deste mundo que todos os dias faz questão de me fazerem sentir péssima pessoa...

Desde este Domingo que a minha cabeça voltou a viajar para um outro mundo - mais um. Tive jogo e a derrota foi demasiado pesada para mim e isso afetou-me um bom bocado psicologicamente. 7-0 foi o resultado contra miúdas de 13/14/15 anos - penso -, mas também via-se pela altura e imaturidade que a cara delas apresentava. O que quero dizer é que ontem fui ao ginásio e fiquei uma hora inteira a falar com o personal trainer sobre tudo isto. Coitado, ele sabe que jogo e para além do mais, num clube como aquele, mas não sabia que me sentia tão frustrada. Admiti a ele "que sou mulher o suficiente para saber que errei e que comecei a caminhar dentro do campo a partir do 5 golo. Para mim estava a ser muito humilhante e se tivesse um buraco juro-te que me enfiava lá dentro!" ao que ele riu. "A sério, chateia-me que elas não percebam que todos os jogos temos de andar atrás da bola em vez de sermos nós a fazer com que as outras corram atrás de nós". Disse-lhe ainda que "imagina se eu me gaba-se a elas que há dois jogos consecutivos que os treinadores de cada equipa me vêm dar os parabéns pela jogadora que sou". Contudo, ele disse uma coisa no fim ao qual lhe dou razão e ainda hoje estive a refletir sobre isso porque estou farta - e agora é a nível geral - que gozem comigo e façam o que quiserem da minha pessoa. "Tens de manter a tua humildade. Esquece o que a bancada diz, o que pensam de ti. Marca golos e não festejes. Prova-lhes que consegues".
domingo, 9 de novembro de 2014
tenho noção de que não faz sentido nenhum
Podem pensar tudo o que quiserem a meu respeito sobre este post, mas juro por tudo que neste momento a única coisa que me pode salvar do mundo, é o amor. Não falo de amor familiar ou de amizade, falo de alguém que venha do nada, caído de para-quedas - nesta parte da queda estou a brincar -, mas desde que cruze o caminho com o meu rapidamente. Preciso muito, muito, mesmo muito que alguém me tire daqui, desta monotonia, deste...sei que é estranho ouvir da boca de alguém que a nossa "cura" é um rapaz. Podia dar-vos mil e uma razões por estar a dizer isto, mas é o que realmente sinto.
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
Ter 18 anos não é bem o que pensava ;p

Não me imagino a viver em Portugal. Sou uma rapariga com demasiados sonhos embora poucas tenham sido as conquistas. Tenho 18 anos e não faço nada da vida se não ficar em casa, ir correr ou ir 3 vezes por semana à escola só para ter matemática A. Já tentei arranjar trabalhar, no entanto, sem sucesso. Ontem numa conversa com a minha mãe disse-lhe que a vida é injusta. Olho ao meu redor e vejo uma sorte tremenda nas pessoas que muitas delas não merecem - também quem sou eu para dizer isso, néh? Eu, por exemplo, aqui há dias ocultei uma verdade sobre ter ido procurar trabalho a uma amiga (quando na verdade não fui) e que aconteceu? Minutos depois, estava eu muito calma a amarrar a mota na garagem quando ela me cai das mãos e estraga as mudanças. Horas antes de isto acontecer tinha eu ido ao mecânico arranjar as mudanças e o volante devido a um acidente que tive. É por estas e por outras que me sinto "traída" por aquilo que se chama de destino. Para não falar que ontem eu e a minha mãe acabámos por falar mais alto uma com a outra. Para ela não entrei na faculdade "porque não quiseste, estavas obcecada com o futebol, na 2ª fase já nem estudaste para quem queria tanto entrar, não vi uma pessoa esforçada, nada". Eu acho que nem os nossos próprios pais sabem o que vai dentro de nós. Estava agorinha mesmo a ver um programa que acompanho diariamente e até chorei. A verdade é que posso ter imensos "sonhos", tentar planear um futuro inteiro para a minha pessoa, mas eu sei que isso só vai acontecer no dia em que me sentir completa. Sempre fui apologista de que "as coisas vem com o tempo", "o tempo cura tudo", mas não. Somos nós...
sábado, 1 de novembro de 2014
Séries | Once Upon a Time...
Bem, devorei esta série em menos de um mês. Com o tempo livre que tenho e sem muita utilidade para oferecer ao bem da humanidade estou agorinha mesmo a chegar ao último episódio gravado da 4º temporada, isto é, a série ainda se encontra em exibição. São 4 temporadas que a meu ver fascinam. Penso que a primeira temporada é assim um bocado mais parada em relação às outras. Contudo, a série a meu ver, tem melhorias bastantes progressivas à medida que se inicia uma nova temporada. Posso dizer-vos que é uma série que retrata todos ou quase todos os contos de fadas que conhece-mos. Por exemplo, nesta 4ª temporada o tema é baseado no filme Frozen.
Acompanham a série? Se não, deixo-vos aqui um cheirinho daquilo que se está a retratar nesta 4º temporada:
"A primeira parte da quarta temporada continuará com Emma Swan, Branca de Neve, Príncipe Encantado, Rainha Má , Gancho e todos os outros personagens de contos de fadas, que se preparam para se defenderem de uma força mágica do passado que é muito sombria e imprevisível, até mesmo para Rumplestiltskin – a Rainha do Gelo. Os moradores de Storybrooke não sabem o que Elsa tem para eles. De volta ao passado, no reino de Arendelle, vamos descobrir o que aconteceu com ela, sua irmã Anna e Kristoff, e como e porque Elsa se tornou uma prisioneira de Rumplestiltskin. E agora que Emma trouxe de volta a esposa de Robin Hood, Marian, e possivelmente provocou o fim do relacionamento de Regina com ele, a Rainha Má vai voltar para seus maus caminhos e fazer tudo em seu poder para se vingar? E os recém-casados Belle e Rumplestiltskin continuam a estar profundamente apaixonados um pelo outro. Mas Rumple está escondendo um segredo de Belle - que, se descoberto, pode destruir a sua felicidade: ele continua a possuir a Adaga das Trevas. Emma e Hook se comprometem um com o outro, mas poderiam essas duas pessoas conseguirem se amar? Mary Margaret e David têm um novo bebê, o príncipe Neal, e estam ansiosos para criá-lo como um adulto orgulhoso, corajoso e amoroso. Henry está muito feliz por ter sua mãe de volta em Storybrooke. Mas com o sangue de Emma e do Senhor das Trevas correndo por suas veias, ele vai ser posto à prova com a luz e as trevas. Finalmente, Will Scarlet (Michael Socha, "Once Upon a Time in Wonderland"), um ex-membro dos Merry Men, viajou por muitas terras para chegar em Storybrooke, quando ele encontra-se entrelaçado nos acontecimentos na cidade quando seu passado misterioso empurra-o para um futuro desconhecido. À medida que a temporada continua, novos personagens de contos de fadas serão revelados e velhos conhecidos serão revisitados. Mas nem todo mundo pode ser confiável."
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
Sending...

Sou impressionante...sempre a desculpar os outros e a fugir à porcaria dos meus sentimentos fazendo com que a culpa seja minha. Não tens imenda C. E posto isto fugi ao assunto que me trouxe a escrever isto, ou seja, um dia - se esse dia chegar - onde voltemos a falar após meses, terei de ser sincera e se a nossa amizade valer alguma coisa, penso que ela irá compreender e não deixar que percamos o que temos, mas se isso não acontecer, não terei outro remédio se não culpabilizar-me por ser honesta - raridade - logo com uma das únicas pessoas importantes na minha vida e consciencializar-me que estraguei tudo e que se calhar isso também aconteceu porque ela tem outras pessoas na vida dela mais presentes que eu - falo a nível físico - e no fundo, isso às vezes deve ser melhor que algo virtual. Não sei...não quero saber. Só sei que a nossa amizade, para mim, caiu e não tenciono falar-te tão cedo e o porquê não estou a conseguir traduzir para palavras, mas posso acrescentar que tudo isto, pensar na nossa amizade, proveio de uma frase que li no tumblr onde afirmava que uma amizade verdaseira não precisa ser inseparável, mas sim, mesmo passado imenzotempo ela fosse o mesmo - algo parecido com isto.
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
Ontem na catequese foi feito um questionário sobre a nossa auto-estima e se não estou em erro eram 20 perguntas onde escolhíamos números de 1 a 5 para responder. Para terem uma noção, o 1 significava muito em desacordo e ia crescendo sendo o 5, muito em acordo. Portanto, houve uma rapariga que obteve 149 em 150 pontos possíveis. Fiquei parva a olhar para ela uma vez que apenas obtive 92 ao qual ela me responde:
"Eu gosto de mim. Sou bonita. Se não gostasse não podia amar os outros."
Ela tem razão no que diz e não a julgo por isso pois, ela até parece ser boa pessoa (não sei bem), mas pronto, em comparação comigo mais valia fugir.
quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Sou uma pessoa que gosta de se sentir livre. Gosto de tal sensação no sentido de que posso fazer tudo com calma, sem pressas e apesar de correr os maiores riscos de sempre, acho que é precisamente isso que acrescenta aquela adrenalina que a minha vida precisa. Contudo, quando as pessoas me retiram essa liberdade é quando perco o rumo à vida e a noção do tempo, do espaço, das coisas. Fico triste, desorientada e acho que é nessas alturas que me vou muito abaixo. E com vocês, também é assim ou sou só eu?
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Ao fim de um tempo percebem como reajo às situações
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Devíamos de ter robôs conselheiros dado serem mais lógicos/racionais que nós

A minha vida parece uma montanha russa cujo presente tem mais baixos que altos. Portanto, estou parada um ano a fazer só matemática A, a ser explicadora da minha irmã e a tentar decidir-me quanto ao meu futuro. Aqui à cerca de 2/3 semanas descobri que através de direito posso seguir PJ. Fiquei radiante porque sempre me vi como uma futura inspetora/detetive. Sempre foi algo que me imaginei a fazer dado o fascínio que eu tinha por aquilo. Não é que eu goste de ver mortos todos...vocês sabem através das séries e a realidade é ainda mais dura, mas eu acho que abria excepção a esse pequeno pormenor e trabalhava no meu bom senso para ultrapassar essa parte, mas o que aqui está em causa é eu ter de repetir exame de PT para melhorar a nota, fazer exame de filosofia e ainda fazer exame de matemática. Por muito que eu queira acho que vou ter voltar a pôr o curso de direito de lado - voltar porque ando sempre indecisa se faço os exames ou não.
Assim, terei de escolher um outro curso. A academia militar é a solução perfeita para quem quer seguir a área policial, mas para entrar na academia também é preciso muita sorte. Eu uma vez andei a ver as colocações e por coisas mínimas, muitas pessoas não entravam então imaginem eu que nem uma flexão sei fazer. Se soubesse de uma outra forma para entrar na polícia talvez ariscasse, mas não conheço. Agora tenho de me concentrar em matemática e garantir que tiro uma boa, mas mesmo boa nota no exame porque vai ser este exame a garantir a minha entrada em qualquer curso e numa universidade qualquer já que não me vejo com outra hipótese. Só queria algo prático...
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
Quando se cria um blog, a reflexão é uma base certa (:
Os meus pais sempre afirmaram "tu não és deste mundo" e na verdade, nunca liguei. Desde pequena que a independência se tornou numa necessidade prioritária ao meu bem-estar. Sempre fui muito rebelde, ou seja, quando tocava para a hora do recreio eu saia pela janela e quando tocava para entrar, eu repetia o mesmo. Havia dias em que subia às árvores e as contínuas nem com um escadote me tiravam de lá, no entanto, podia ser cheia de energia e alegria por dentro, mas os meus pais sempre disseram "tu não davas um único sorriso ou abraço, tu não eras de afetos". Hoje eles "repreendem-me" pelo mesmo. Ontem, peguei no carro e a muito sacrifício fui à catequese apenas por querer fazer o crisma. No meio de tudo, foi preparado um vídeo para mostrar aos do meu ano a união. Enquanto via as fotos deles só pensava:
"Realmente C., o ano passado estiveste com este grupo e mesmo assim não estás em nenhuma foto. É impressionante como te fechaste para o mundo, como tentas despertar uma emoção/sentimento em ti e mal consegues. É como se fosses à prova de bala. Para ti a vida é sossego, paz, calma, sem chatices...mas no fundo sabes que não era isto que pretendias para a tua vida...tens medo. Começas-te por fingir que nada te atingia, que não sentias até que deixaste mesmo de sentir. Como é possível? Tu teres consciência das coisas e mesmo assim continuas a fugir à realidade?!"
Em 5 minutos de vídeo deu para pensar muito mais. Depois decidi não ir à missa, entrei para o carro e no caminho até casa surgiu uma música que me fez voltar a refletir:
"Que é preciso para esse coração despertar?"
domingo, 5 de outubro de 2014
Pequenos Segredos 2 | Possa ser que um dia consiga
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
revoltei-me neste post por provavelmente, estar farta de determinadas atitudes.

Acho que uma das grandes razões para, principalmente, os meus pais verem em mim uma mau exemplo é porque não demonstro preocupação por nada. A verdade é que não costumo ser muito transparente. Tudo o que sinto, só o meu interior o sabe enquanto o meu exterior demonstra completamente o oposto. Como em dias de bola onde passei a maior parte do dia mega deprimida e chega a esse momento onde salto, rio, canto (se for preciso para a ocasião), jogo futebol contente e estes sentimentos/emoções apenas desaparecem se eu achar que algo está mal. Contudo, ultimamente deu-me na cabeça andar a dar a minha opinião sobre as coisas, principalmente na bola, mas sabem o que existe de mal nisto? É que não sou completamente sincera. Digo sempre que sim a tudo, concordo sempre e assino por baixo do que as outras todas dizem. Sinto-me insignificante na minha opinião porque a equipa pode parecer unida, mas aqui entre nós, podem ser muitas amigas fora do campo, mas dentro de campo parece uma batalha pelos lugares. O facto de a minha personalidade não condizer com as delas e ter 18 anos, ser mais velha que algumas, ter mais maturidade está a fazer cada vez mais com que perca facilmente a cabeça e depois a minha boca abre-se para a capitã que tem a mesma idade que eu. Não é que confie a 100% nela porque da minha vida só sabe que ando à procura de trabalho e que os meus pais tão chateados porque fiquei no 12º onde ela afirma "tu é que foste burra, escolheste assim em vez de estudares" e quando ela o diz eu só olho para ela e um monte de pensamentos invadem a minha cabeça. Tudo isto para dizer que sempre guardei imenso para mim o que sentia, pensava, via, vivia, por aí fora e isso está a agravar a minha personalidade no sentido de que opino quando penso que algo está errado e aos olhos das outras pessoas eu não ter razão. Sinto-me mal por isso, porque sei que não sou assim, que não gosto de opinar. A opinião sobre algo está melhor enterrada no nosso pensamento e os outros que se amanhem na confusão deles ou que discutam as várias opiniões sobre as diversas situações. Se não souberem o que pensamos não tem argumentos contra nós e assim, não temos chatices nem problemas com ninguém. Agora sinto, mais no caso de futebol já que me virei para este lado sobre o assunto, que as pessoas olham para mim, falam e esperam a minha opinião. Eu dou e aliás, muitas das vezes sou eu quem procura a capitã por ser a única pessoa sensata na equipa enquanto que o resto tá sempre a falar e a opinar. Sabem que mais? Miúdas novas e de 14 anos, eu tenho imensa paciência e por essa mesma razão ainda não explodi e certamente, nunca o farei porque desde há um ano para cá que opino com mais frequência do que devia, mas ainda não perdi o meu controlo face às situações, por isso, não pensem que sabem mais que eu e ouçam os meus conselhos, só quero o vosso melhor se não quisesse, não perdia horas ou minutos de treino depositados em vocês só para vos ajudar a evoluir. A única coisa que pretendo com esta última coisa que afirmei é que, tem lá duas miúdas novas que pensam que mandam naquilo e o resultado reflectiu-se no treino de ontem. No entanto, a miúda de 12 anos (a mais recente aquisição) esforçou-se até não poder mais e no fim fui rapazriga para chegar ao pé dela e dizer "bom esforço!" ao que ela retribui com um sorriso e "obrigada.". O mister passou-se literalmente. Ai eu opinei com razão e venha quem vier disse à nossa adjunta que é como se fosse treinadora "eu sei que ela não tem resistência" e ela "não se trata de resistência C." e eu "pronto, mas não se esforça. Ao mínimo obstáculo desiste logo. Corremos 5 minutos e não, decide que pode caminhá-los" e ela "é a falta de sacrífico e está sempre desatenta" e eu "tipo, eu sei que enquanto aquecemos, falamos, ri-mos e brincamos, mas nos exercícios não podemos estar com isso porque este mister não é para brincadeiras, mas elas ainda não perceberam isto". Em suma, dou a minha opinião, mas nunca é de todo sincera porque se digo o que realmente penso, havia festa - e não estou a ser irónica, acreditem, mas como penso imenso costumo ter certezas daquilo que digo, mas ao mesmo tempo não quero confusões daí não dizer tudo, tudo o que penso, digo apenas parte, por isso, dizer que não sou sincera de todo porque falta sempre uma outra parte mais séria sobre o que penso. Assim, defendo que a nossa opinião só deve pertencer a nós e eu tenho de voltar a fazer isso aliás, eu tenho paciência, por isso, o que elas pensam quando discutem quero lá bem saber, eu me afasto. Até mesmo quando falam que faço algo de mal fico chateada por dentro, no entanto, ninguém mo vê a demonstrar pois não? Não começo a discutir e a dizer que não concordo como todas fazem nos treinos. Eu apenas digo "aceito, são criticas construtivas" e mesmo que não aceitasse, paciência. Não estou cá para escândalos e criancices dentro da equipa. O pessoal tem de crescer e ganhar maturidade (e não falo só das miúdas novas, também das que tem a minha idade ou estão na casa dos 17). Enfim, tenho de voltar a ser uma pessoa fechada. Eu sei que também pareço muito criança devido às brincadeiras que faço e muitas delas me chamam "croma" ou algo parecido, mas sei lá, eu faço as coisas e tento não atrapalhar ninguém, eu não procuro um lugar dentro do campo, eu disponibilizo-me a ajudar quem precisa, eu dou o melhor de mim única e exclusivamente pelos os outros, eu deixo de me sentir feliz para fazer os outros felizes (em vários aspetos), eu sou sempre a miúda que como não expressa a sua opinião toda é gozada por só expressar metade, se atrapalhar nessa metade e as coisas ficam mal ditas e depois fico remorçada por dentro por não ficar com a boca calada. Tenho de aprender a defender-me e ganhar um pouco de amor próprio porque sem dúvida, isso afeta imenso a minha vida.
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quarta-feira, 1 de outubro de 2014
Que monotonia

À Segunda tenho aula de matemática logo cedinho. Assim que acaba, às 10 horas, vou direta para o ginásio e entre o meio dia, meio dia e meia já estou em casa onde passo o resto do dia até chegar a hora do treino (20:30h). À terça a dose repete-se, mas sem aula de matemática. Quarta já vou ao ginásio a correr, às 9h porque depois tenho aulas às 10:10h da manhã até ao 12h. Prefiro assim porque entretanto tenho de ir buscar a minha irmã à escola (faço-o todos os dias) e não saio mais, pelo menos, até a minha mãe chegar. Neste dia só saio outra vez de casa para ir treinar às 19h. Quinta, o mesmo cenário repete-se mas se aula de matemática. Sexta é igual à Quarta embora o treino já seja às 21:30h. Sábado não faço nada. Domingo também não faço nada.
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
Nada de começarem a magicar porque não é nada de especial.

Já não sei quando foi, mas creio que na semana passada estava num dos grupos da turma onde só existe repetentes. Duas das raparigas conhecia pois, fizeram parte da minha turma de psicologia o ano passado e o outro rapaz porque fez parte da minha turma. Entretanto, chegou um outro rapaz que não cumprimentou ninguém, mas as duas raparigas obrigaram-no a lhe dar dois beijos da cara e ele fê-lo e embora não me conhecesse, surpreendeu-me ao cumprimentar-me da mesma forma. Tudo isto, para dizer que nessa altura houve uma troca de olhares. Depois, lembrei-me que já o tinha visto uma vez de mota com um outro corte de cabelo e aqui entre nós, ele não é nada de especial, mas só por esse mesmo facto deixou-me a pensar. Hoje, por acaso, estava eu a tentar sair do bloco quando embato contra alguém de costas e quando olhei era ele, no entanto, não se apercebeu e eu logo desviei o olhar. Nada mais.
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